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FEIRINT
2003
NAUFRÁGIOS NA ESCOLA |
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Colégio
Rio de Janeiro - Outubro de 2003 | ||||
| Fotos:
Maurício Carvalho | ||||
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Durante
mais de três meses, alunos do Colégio Rio de Janeiro, um tradicional
Colégio do bairro da Gávea, realizaram pesquisas sobre Naufrágios
com o intuito de apresentação em uma Feira Cultural e de Ciências.
Nesse período, estiveram envolvidos em pesquisas histórias, levantamento
de dados e documentos. Além disso, tiveram a oportunidade de aprender como
a prórpia natureza da pesquisa a dura realidade dos pesquisadores que dependem
de órgãos públicos, que muitas vezes dificultam a obtenção
das informações. | ||||
| Para
mim como professor orientador, também foi um grande aprendizado. Aprendi,
por exemplo, como alguns desses mesmos órgãos oficiais atuam sem
nenhum critério. Documentos que já havia tentado pesquisar, como
o croqui do naufrágio Principe de Astiurias, mas que a permissão
havia sido negada por serem "SIGILOSOS", foi cedido aos estudantes sem
maiores restrições. Achei o trabalho muito proveitosos e acredito que houve uma excelente divulgação das histórias de alguns dos mais importantes naufrágios do Brasil, muitas vezes tão esquecidos. Espero também que a semente de novos pesquisadores de naufrágios tenha sido lançada. Maurício Carvalho | ![]() | |||
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Recifes
Artificiais Marinhos | ||||
| Um trabalho para sabermos um pouco mais como são e para que servem estes recifes. | ||||
Mostrados
em uma simulação do fundo do mar junto a um painel com fotos e explicações
sobre o assunto, os recifes artificiais, que normalmente atraem a vida marinha,
atraíram também todos os "humanos" que com eles tiveram
contato!!!
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| Participantes: Arthur Mutz, Bernardo Castro, Fernanda Winicki, Luiza Cardoso, Vanessa Dantas | ||||
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Naufrágios
da Bahia | ||||
Galeão
Sacramento e Cavo Artemindi | ||||
Salvador sempre esteve ligada ao mar. Foi por ele que vieram os conquistadores portugueses e diversas caravelas que levaram muitas de nossas riquezas, foi também através dele que chegaram os escravos para trabalharem nas lavouras de cana e ainda hoje diversas comemorações ainda estão ligadas a ele. Ao longo dos anos, muitos fatos ligados ao mar marcaram a historia da cidade, naufrágio, festas, guerras, conquistas. Nós resolvemos escolher dois dos principais naufrágios da cidade, cada um com a sua importância distinta. | ||||
| ![]() Modelo do Galeão Sacramento | |||
![]() Diários de bordo, contavam a história das fatídicas viagens. | Cavo
Artemidi O segundo naufrágio é o do cargueiro grego Cavo Arthemidi, que naufragou e,m 1980. Ele media cerca de 180 metros e é hoje o maior naufrágio do Brasil, Ele naufragou na saída da Baia de Todos os Santos após reabastecer no Porto de Salvador. O navio carregava mais de 16 mil toneladas de ferrro-gusa para a Inglaterra, carga que mais tarde foi recuperada. O lugar do naufrágio se transformou num dos locais mais bonitos de mergulho do Brasil, muitas pessoas vão a Bahia só para mergulharem nesse navio que hoje está tomado pela vida marinha. | |||
| Participantes: Raphaela Saules, Marina Faria, Pedro Ferro, Renata Susmann, Nicole Rousseau, Taissa, Rayanne Campos. | ![]() | |||
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A
Tragédia do Principe de Asturias | ||
| O Titanic brasileiro | ||
A
História | ||
![]() O Imponente Principe de Asturias |
Como falamos de um domingo
de Carnaval, diz-se que antes do acidente a orquestra tocava marchinhas no luxuoso
salão de festas, mas a maioria dos passageiros dormia. Há boatos
até de que o capitão encontrava-se num baile de carnaval momentos
antes do acidente. Este, José Lontina, diante do desastre, tomou a última
decisão da sua vida: deu um tiro na cabeça, no que foi acompanhado
pelo seu imediato, em prova extrema de lealdade, já que a morte, no código
do mar, é a principal alternativa à humilhação e à
vergonha | |
| Alguns sobreviventes, que boiavam junto aos rolos de cortiça da carga, foram recolhidos pelo navio inglês Vega, mas a grande maioria de corpos foram parar na baia de Castelhanos, em Ilhabela e na Praia Grande em Ubatuba. Pela dificuldade de acesso, os corpos foram enterrados na própria praia ou queimados na laje, o que deu origem a uma série de lendas e mistérios. O próprio nome da praia, a Praia dos Castelhanos, foi origem do acidente,devido aos corpos que nela foram parar. | ||
O
Príncipe de Astúrias é um dos de acesso mais difícil.É
o navio naufragado com maior número de vítimas na costa brasileira.
Tinha 578 pessoas a bordo,incluindo passageiros e tripulantes, mais a possibilidade
da presença de mais de 1300 imigrantes nos porões do navio. | ![]() Parte do Croqui do Principe de Asturias Conseguido com exclusividade pela equipe. | |
Participantes: Ana Luiza, Joana Fraga, Julia Martins, Manuela Cantuária, Melina DÁvila, Nina Rodrigues, Raphaella Estrela. | ![]() | |
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A
Catástrofe do Encouraçado Aquidabã | |||
| Construído em 1885, oencouraçado Aquidabã foi importantíssimo na Revolta da Armada; uma revolta militar contra o governo de Floriano Peixoto (ex-vice presidente do Marechal Deodoro da Fonseca). | |||
Uma
verdadeira guerra na Baía de Guanabara. Em uma das batalhas, o Aquidabã
lançou um projétil que acabou atingindo a Igreja Nossa Senhora da
Lapa dos Mercadores na rua do Ouvidor, este apenas quebrou o dedo da estátua
da religião. | |||
![]() | No nosso trabalho, fizemos uma maquete especificando o local do naufrágio, e um aquário reproduzindo o estado do navio no fundo do mar. Além é claro, de um vídeo com mergulhadores no local do naufrágio, mostrando o naufrágio a baixa visibilidade do local. | ||
Também foi apresentada a vida marinha que habita esse coral que o encouraçado se tornou. | ![]() | ||
Participantes:
Joana Barbosa, Flávia Palazzo, Lorena Silva e Ana tereza Salek. | |||
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Naufrágios
turísticos do Rio de Janeiro | ||
| Naufrágios do Rio de Janeiro e Equipamentos de Mergulho | ||
Trabalhamos
primeiramente com pesquisas dos cinco naufrágios da cidade do Rio de Janeiro,
feitas na biblioteca nacional, cinelândia (Centro da Cidade). Escolhemos
os jornais com as melhores matérias de sua época, citando alguns
temos o Jornal do Comércio, O Paiz, Jornal do Brasil e o Diário
do Rio de Janeiro para montar uma série de slides para a apresentação
também com fotos do afundamento e de anos mais tarde já no fundo
do mar, em exposição para os pais de alunos e professores do CRJ
na feirint. | ![]() Naufrágio do Magdalena | |
| Também montamos um mapa com a localização dos naufrágios no Estado do Rio de Janeiro. Levamos os jornais de época para os curiosos que gostem de história (aproveitamos para incentivar a leitura) e criamos um cartaz com ilustrações dos locais próximo aos desastres. André Alvares de Azevedo, Jorge Mello e Lucas Salgado, equipe de trabalho da parte dos naufrágios no RJ concluiu este ótimo trabalho com uma boa apresentação, e com um pequeno auxilio e fotos cedidas por parte do professor de Biologia, Maurício Carvalho. | ||
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| Participantes:
André Macedo, Diego Barbosa, Jorge Lima, Bruno Manzolillo, Lucas Moreiras. | ||
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