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Uma
das últimas descobertas dos Abrolhos está sendo conhecida como Nebula,
mas ainda pouco se sabe sobre este naufrágio. |
Pesquisa:
A cerca de dois anos começaram
a surgir informações de um novo naufrágio em Abrolhos, essas
informações tornaram-se ainda mais confusas pois o período
foi o mesmo em que foi descoberto o Guadiana,
na época ainda sem identificação. | ![]() Corais típicos da superfície do Parcel das Paredes |
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Fotos
cedidas por Marcelo Polato mostram nas porcelanas o símbolo da companhia
de navegação com a estrela e em um bule de prata a marcação do nome NEBULA. |
Como não aparecia nenhuma notícia do afundamento do Nebula ou outro anúncio de viagem, até 3 anos após o último anúncio, ficamos sem saber se ele realmente afundou ou foi vendido após a incorporação do Santelmo por motivos de distribuição financeira entre os novos acionistas. A louça de bordo, por se tratar de uma pequena companhia, pode ter sido mantida com o nome antigo. Por enquanto fica a dúvida de qual destino teria sofrido este navio e quem está no fundo encaixado e quase fundido ao Parcel das Paredes. Tudo indica ser realemente o Nebula como descobriu o Polato, porém não conseguimos até o momento confirmar o naufrágio. |
| Histórico: Por enquanto sabe-se apenas que este era um vapor misto (vapor e velas), já que foram encontrados, além das máquinas, os reforços de mastro com sistema de malaguetas que serviam para a fixação dos cabos das velas. O choque com o Parcel das Paredes ocorreu em numa rota de sul para o norte. O choque violento partiu a proa. Abandonado na região durante muitos anos, este navio foi recoberto de meia-nau até a proa pelos corais do parcel das paredes, o que torna a identificação de destroços nesta área muito difícil. | ![]() Sistema de malaguetas do mastros. |
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| Descrição: O navio está apoiado corretamente no fundo. A popa está a cerca de 13 metros e a estrutura do casco está integra até a frente do casario de meia-nau, a partir daí, o casco está totalmente rompido e misturado ao chapeirão. A proa está separada do resto do navio, por cerca de 10 metros e caída para bombordo, atingindo cerca de 5 metros de profundidade. |
Na popa, está
o leme, mas não existem hélices e eixos, que parecem ter sido retirados.
No espelho de popa está parte do volante do leme, dois cabeços de
amarração e boa parte da murada. |
| ![]() Escada na sala de máquinas. | ![]() O naufrágio está recoberto de corais. |
| No
casario (retirado do croqui) existem dois pequenos compartimentos, sendo um deles
a cozinha. A partir da frente do casario, o convés está todo destruído,
coberto pelos corais e a bombordo fundido ao chapeirão, não sendo
possível identificar com facilidade nenhuma peça do navio. Na lateral
de boreste, forma-se um corredor entre os destroços e o casco que segue
até o início do castelo de proa; onde o navio está completamente
rompido. A proa está a cerca de 10 metros a frente e caída para bombordo. Uma corrente sai da ponta da proa e contorna o chaperão frontal. |
| Informação:Demais informações técnicas e fotos em publicação futura e no SINAU. |
| Agradecimentos:
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