Nada mais resta da proa,
apenas dois ou três pedaços de ferro emergem da areia à frente das caldeiras.
Existem duas grandes caldeiras convencionais, que mantém sua posição original.
Na frente dela, esta caída a câmara de condensação das caldeiras, todo o conjunto
de tubulações ou foi retirado ou está enterrado. Dois metros atrás das caldeiras,
encontramos as máquinas a vapor, constituídas por dois cilindros unidos por alavancas
móveis do tipo: Side Level Engine.
Podem ser vistos os cilindros, condensadores, partes dos pistões, válvulas de
admissão de pressão e conectadas ao sistema as rodas de pás. As duas grandes rodas
de pás de propulsão, são as maiores estruturas do naufrágio, com aproximadamente
4 metros de diâmetro mantém sua posição correta, porém já em adiantado estado
de degradação. Junto as rodas, ainda existe o casco da embarcação e estruturas
de reforço. Do lado de fora do navio, partes metálicas parecem representar o que
foi a cobertura superior das rodas. Da popa do navio pouco restou, vez por outra,
parte do cavername emerge da areia tracejando os contornos da embarcação.
Existem no naufrágio 4 bombas de avião, sua posição não
pode ser precisada pois são freqüentemente mudadas de local por mergulhadores.
Podem tratar-se de bombas de treinamento jogadas ali posteriormente ao naufrágio. |