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| Alguns
outros naufrágios ocorreram no período em que ocorria a Revolta
da Armada, que não estavam envolvidos diretamente com as batalhas travadas,
porém estavam de alguma forma ligados ao conflito, quer, devido à
acidentes durante as movimentações das armadas, ou em operações
terrestres, das tropas Revoltosas e Legalistas, com o intuito de destruir instalações
ou posições de ambas as partes. |
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| Revoltosos: Adolpho
de Barros - Legalistas: Alagoas - Bento Gonçalves - Solimões - Piratini
Neutro: Itaoca |
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| Dados
técnicos Estaleiro: ? - Dimesões: ? m. comprimento X ? m. boca X ? m. calado - ? Tonelagem. Armamento: ? |
| Naufrágio O navio aviso Adolpho de Barros foi afundado no fundeadouro do rio Itiberê em Paranaguá (PR). Atualidade Com o decorrer do tempo, o fundo arenoso do Rio Itiberê acabou por escondê-lo completamente. No ano 2000, por estar oferecendo obstáculo à navegação, se tomou a decisão de retirá-lo do local onde se encontrava. A draga da Prefeitura Municipal de Paranaguá realizou a limpeza da área onde se encontrava o navio sossobrado. |
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| Dados
técnicos Estaleiro: Forges-et-Chantiers de la Mediterranée, 1875 França Dimesões: 73,2 m. comprimento X7,4 m. boca X 4,5 m. calado - 3700 Tonelagem. Armamento: 4 canhões de 10 polegadas em duas torres, 2 canhões de 37mm.; 2 metralhadoras. |
| Prelúdio Pertenceu a Companhia Brasileira de Vapores e ao Lloyde Brasileiro, antes de ser vendido a Marinha do Brasil. Conduziu a Europa a deposta família Real brasileira. Naufrágio Depois de retirado de serviço serviu como alvo para treinamento naval da esquadra no litoral do Rio de Janeiro, ao largo das Ilhas Maricás. |
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| Dados
técnicos Estaleiro: Schidan, 1893- Dimesões: 46,5 m. comprimento X 5,6 m. boca X 2,3 m. calado - 148 Tonelagem. Armamento: 2 canhões 37 mm., 3 tubos lança-torpedos. |
| Prelúdio O navio fazia parte da Esquadra de Papelão, montada para dar combate ao revoltosos. Naufrágio Encalhou devido a incompetência do comandante e perdeu-se na chegada ao Brasil, batendo nas rochas da praia de Pajussara em Maceió (AL). |
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| Dados
técnicos Estaleiro: Forges-et-Chantiers de la Mediterranée, 1875 França Dimesões: 73,2 m. comprimento X 7,4 m. boca X 4,5 m. calado - 3700 Tonelagem. Armamento: 4 canhões 250 mm, 2 canhões de 37 mm. 4 metralhadoras de 25 mm. |
| Prelúdio A Marinha estruturou para combater a revolta legalista no sul do país, a formação de uma força naval constituída pelos encouraçados fluviais Solimões e Bahia, a canhoneira Cananéia e o monitor Rio Grande do Norte. deviam todos os navios encontrarem-se em Montividéu no Uruguai. Naufrágio A sorte não favoreceu a força naval, além de diversos problemas com outros navios, o Solimões foi a pique na costa uruguaiana, quando se dirigia para Mato Grosso. O acidente que nunca foi bem explicado. |
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| Dados técnicos Estaleiro: ? - Dimesões: 39,6 m. comprimento X 3,8 m. boca X ? m. calado - ? Tonelagem. Armamento: 1 canhão. |
| Prelúdio Era um navio experimental, comprado da Inglaterra com a designação de Ericsson, para operar semi-submerso. Seu comandante ainda tentou incorpora-lo a esquadra, no entanto sua participação foi curta, seu estado precário não o deixou passar de Salvador, onde ficou e foi destruído a tiros de canhão pelo Timbira. Naufrágio Fazia parte da esquadra de papelão de Floriano Peixoto e, após a Revolta da Armada, foi afundado pelo Timbira. |
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| Dados
técnicos Armador: Companhia de Navegação Costeira - Dimesões: ? m. comprimento X ? m. boca X ? m. calado - ? Tonelagem. Armamento: Não havia armamentos a bordo |
| Prelúdio Navio mercante, estava docado na Ilha das Cobras ou no dique da Saúde, no Interior da Baía de Guanabara, Rio de Janeiro (RJ). Naufrágio O navio foi incendiado pelas tropas Legalistas durante a revolta, por medo do navio cair nas mãos dos revoltosos. Acredita-se que o casco tenha sido removido, pois estaria obstruindo as docas. |
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