| | 1889 a 1894 | ![]() |
| A
partir de 15 de novembro de 1889, com a instauração da república,
pelo General Deodoro da Fonseca, o Brasil presenciou uma sucessão de movimentos
subversivos, alguns dos quais tiveram êxito outros não. Associado
e esses movimentos, a quebra financeira causada pelo encilhamento provocou inquietação
junto a população e facções da forças armadas. |
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| Navios
da Esquadra Rebelde |
| Navios
revoltosos
da Marinha do Brasil: |
| Aquidabã
(Encouraçado) - Araguari (Torpedeira)
- Esperança (Cruzador auxiliar) - Iguatemi (Torpedeira) - |
| Durante
o movimento, diversas embarcações civis foram confiscadas pelas
forças revoltosas para suprir as necessidades dos navios e tripulantes
da esquadra no transporte de combustível, munição e víveres.
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| Navios
civis incorporados às forças rebeldes: |
| Júpiter
- Marte - Mercúrio - Paraíba - Vênus - Uranus - Pallas
(Todos da Companhia Frigorífica Fluminense) Adolpho de Barros - Gil Blas (Navegación Lage) - Meteoro (Lloyde Brasileiro) - Luci - Guanabara Vulcano - Glória - Bitencourt (Todos da Wilson and Sons) |
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| Navios
da Esquadra Legalista (Conhecida como "A esquadra de papelão") |
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Alagoas
(Couraçado) - Andrada (Cruzador-Auxiliar)
- Bento Gonçalves
(Torpedeira) |