Banco de dados que registra os naufrágios do Brasil

Desde 1995 um acervo colaborativo dedicado a registrar, preservar, organizar e ampliar a memória histórica e técnica dos naufrágios do litoral brasileiro

LogopqSINAU4Origem do programa

O SINAU, Sistema de Informações de Naufrágios, foi criado em 1995 pelo Biólogo e Instrutor de mergulho em naufrágio Maurício Carvalho e pelo Analista de Sistemas Carlos Arruda Accioly, apaixonados pela história trágico marítima brasileira.

O objetivo era reunir em um só banco de dados, aberto a todas as pessoas interessadas no tema, as pesquisas sobre os naufrágios do Brasil e evitar a perda de informações, que até então, estavam dispersas entre diversos pesquisadores.
As informações iniciais que alimentaram o programa SINAU foram fornecidas a partir das pesquisas pessoais do pesquisador Maurício Carvalho, sendo liberadas para toda a comunidade.

Equipe do SINAU

O SINAU foi criado, desenvolvido, atualizado e é mantido por mergulhadores apaixonados pela história marítima brasileira.
Carlos Arruda Accioly e Maurício Carvalho criaram o projeto em 1995 e a partir de 2025  Gustavo Pereira Nunes e Maurício Carvalho atualizaram e mantém o funcionamento do projeto.
O Projeto atualmente e mantido cm recursos próprios garantido independência nas pesquisas e compromisso apenas com a verdade dos fatos históricos conhecidos

Carlos Arruda 
É analista de Sistemas, mergulhador de naufrágios desde 1994, Dive Mentor PDIC, mergulhador trimix IANTD.

Gustavo Nunes
É especialista em Tecnologia da informática, Divemaster, com especialidade em naufrágios, dedicando-se ativamente à comunidade de mergulhadores e à divulgação da história dos naufrágios.

Maurício Carvalho 
É Biólogo e pesquisador de naufrágios a mais desde 1981. Instrutor de Mergulho em Naufrágios por várias certificadoras e responsável pelo Site Naufrágios do Brasil.

SINAU foto Arruda
Carlos Arruda Accioly
SINAU foto Gustavo
Gustavo Pereira Nunes
SINAU foto Mauricio
Maurício Carvalho

Como funciona o SINAU

Proposta colaborativa

Desde a sua origem, a proposta do sistema é colaborativa. A partir das informações iniciais fornecidas pelo pesquisador Maurício Carvalho e que alimentaram a versão 1, o programa objetivava permitir que vários pesquisadores e mergulhadores contribuíssem com dados históricos e técnicos, ampliando o conhecimento coletivo sobre a história naval brasileira e sobre os pontos de mergulho.

O modelo de funcionamento descrito pelos criadores prevê que novas informações possam ser enviadas com suas referências, analisadas pelo núcleo organizador e depois consolidadas em versões atualizadas do programa.

Ferramenta viva

Com o SINAU é possível consultar informações para novos e inexplorados pontos de mergulho, acrescentar novos naufrágios e/ou dados históricos e técnicos sobre os já existentes, além de executar ampla pesquisa, cruzando informações registradas.

O SINAU não é um produto acabado, mas uma ferramenta, que além de simplificar a coleta de dados, poderá gerar frutos constantemente para seus participantes.

Legado e impacto

O banco de dados do SINAU serviu de base para as informações históricas e técnicas publicadas no site Naufrágios do Brasil – www.naufragiosdobrasil.com.br – e contribuiu de forma relevante para inúmeros trabalhos de nível universitário nas áreas de arqueologia, história, geografia, biologia marinha e turismo.

Telas Principais

  • Dados Básicos.
  • Dados de Localização.
  • Dados do Naufrágio.
  • Dados Históricos.
  • Dados Técnicos.
  • Referências.
  • Informações Adicionais.
  • Pesquisa.
  • Galerias.

Telas de Apoio

  • Parâmetros de pesquisa.
  • Tipos de embarcações.
  • Referências específicas.
  • Peças de naufrágios.
  • Estatísticas.
  • Mapas.
  • Curadoria de dados.
  • Tabelas de comparação.
  • Arquivo de documentos

A história do SINAU

Evolução e interrupção da distribuição
A partir de 1995 foram lançadas sucessivamente 3 versões do banco de dados, com respectivamente 769, 1050 e 1300 naufrágios. Essas versões foram distribuídas amplamente pelo Brasil e na sua última versão, eram mais de 300 participantes.
Infelizmente com o desenvolvimento da Internet pessoas sem escrúpulos, com objetivos meramente financeiros e de autopublicidade, remodelaram a apresentação do programa e lançaram em Sites próprios como se fossem autores do trabalho, inviabilizando a ideia de coleta de novas informações. Por isso, a distribuição gratuita do programa foi suspensa por volta de 2001.

Base consolidada
Ao longo dos anos, o projeto SINAU não parou e ampliou significativamente sua base de registros. Chegando à versão 4 com mais de 2.760 naufrágios, 10.000 páginas de textos e cerca de 2.000 fotos de navios, naufrágios e documentos, mantendo uma forte ênfase na confiabilidade e na curadoria das informações.

Modernização em 2025
Em 2025, Gustavo Nunes abraçou a modernização e o desenvolvimento do aplicativo, preservando o espírito original do SINAU e levando a plataforma para uma nova fase. O trabalho passou a incorporar uma arquitetura web mais robusta, controles de acesso e autenticação mais seguros, melhorias na integridade e na exportação dos dados, organização estruturada das mídias, recursos de pesquisa e estatísticas mais avançados e novos fluxos de colaboração para cadastro, curadoria e atualização contínua do acervo.

Conheça mais sobre as telas do SINAU

O programa possui as informações distribuídas em nove telas principais e diversas telas de apoio entre mapas, estatísticas, quadros comparativos e milhares de fotos de navios documentos relacionados aos naufrágios e croquis.

Contato SINAU

Caso seja de seu interesse receber informações sobre as novas versões do programa ou se você deseja saber como participar do Sistema de Informações de Naufrágios, preencha o formulário abaixo:

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